8 de setembro de 2015

Planos




Meus planos nunca acontecem porque minha vida segue sempre como um gráfico, na fluidez de um eterno sobe e desce.
Não sei se coloco no papel, se teorizo, o fato é que tem sempre alguém ou coisa pra me puxar e aí eu volto das nuvens, aterrizo.
Planos?! Pra quê? Se o que fica são os danos, as lembranças e também os ganhos.
E pensando assim, é melhor nem escolher, já que nem o nosso rascunho vai ser nosso mesmo (olha aí a síndrome de Peter Pan, sem perceber).
Não planejo. Se eu desejo?! Sim. E só. O que vier já vai ajudar a desatar o nó.




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