29 de agosto de 2012


Não me venha de novo com sua bíblia debaixo do braço, nem com suas repetitivas palavras de positividade. Seu religioso vocabulário limitado. Não use o Seu santo nome em vão.
Não adianta gritar e nem cantar alto um utópico louvor. Dentre os Seus sentidos, acredito que a visão seja muito mais aguçada que a audição. Ele vê suas ações, mas nem sempre escuta os seus hipócritas cânticos ou seus fúteis pedidos.
Não gaste energia pedindo um carro novo ou um lindo marido fiel.

Peça saúde e paz para os que te cercam. Tente fazer o bem. Tente ser caridoso, perseverante, tente sentir compaixão, ter pensamentos bons e atitudes nobres. Tente ser delicado, educado, gentil. Tente. Assim provará sua religiosidade muito mais veementemente.

O que você faz com a sua fé – se é que você realmente possui?
A desperdiça em templos lotados de desesperados que clamam por uma ajuda que está dentro deles mesmos? Deposita mensalmente 10% dela em forma de dinheiro que Ele não precisa? A transforma em dogmas que você deixou que fossem encravados em sua mente? A conserva em regras ditadas por um humano pecador assim como você?

Sua fé não é legitimada em forma de “pré-conceitos” ou de alienações.

Não limite a sua fé.
Transborde, transcenda.

Estou cansada de “xiitas”. 
Pronto, falei.
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Um comentário:

EscrivANINHA disse...

Perfeito,como sempre né??rs

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fico parada observando o nada, a torneira que pinga achando estranho uma pessoa que tropeça e não xinga mas na verdade eu morro é de dó ...