19 de janeiro de 2010

PEDRAS da LUNA


Um monte de coisas misturadas
Outros tantos ainda a se misturarem
E o coração vai dando as coordenadas
Para os sentimentos se mostrarem.

Sem perceber, o que desejo acontece
Então me permito sem sentido
Sem a bobagem de que a razão prevalece
Vem, desliga a TV e deita comigo!

Delícias sem hora na agenda
Um mimo surpresa sobre a cama
O ciúme que nunca se emenda
Mas esquece, diz que me ama.

O tempo fortalecendo as estruturas
Pr'um dia simples ficar maravilhoso
Diz que são só pra mim as tuas juras
Que eu te mostro meu olhar jocoso.

Estabeleço uma lei: se entreguem assim
Sem letras pequenas no rodapé
Vivam, se joguem e amem sem fim
Do fio de cabelo até o dedão do pé.

Um comentário:

Rubi disse...

Como todos os espetaculares poemas, esse não ia ser diferente né?!
Parabéns pela sensibilidade de saber escrever e descrever o que se sente.

Diário

fico parada observando o nada, a torneira que pinga achando estranho uma pessoa que tropeça e não xinga mas na verdade eu morro é de dó ...