23 de outubro de 2009

DA CHEGADA DO AMOR - Elisa Lucinda



"Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.
Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
esse beijo
no clarão da amanhecice.


Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.
Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.


(...)"

Nenhum comentário:

Diário

fico parada observando o nada, a torneira que pinga achando estranho uma pessoa que tropeça e não xinga mas na verdade eu morro é de dó ...